Lançamento do livro – Trás-os-Montes

Sábado – 26 de Maio, 17h

FNAC – Chiado

 
Sinopse
Em Trás-os-Montes encontramos quatro crianças com nomes próprios, que vivem ao centro de uma aldeia com duas igrejas, dois cemitérios, duas estações ferroviárias e um comboio a vapor que faz a sua derradeira viagem.

É o dia mais longo do ano e para lá da aldeia existem quatro capelas que marcam a diferença entre as montanhas e os ribeiros desordenados e a comunidade rural estruturada em famílias e horários bem definidos.

Nessa zona de fronteira situam-se as hortas, as devesas, os lameiros e os palheiros onde o gado passa a noite. Mas este é também o território dos pastores e das suas famílias, que percorrem a região com os seus hábitos, os seus cães e o seu comércio.
Quando as crianças têm demasiado tempo livre depois das aulas, ficam na rua até ao anoitecer, as sombras ocupam-lhes os pensamentos, e as distracções dos adultos tomam a forma de desejos perigosos.

A infância é uma imitação, de profissões, de viagens, de conflitos, de vícios e de raparigas ao espelho. Mas quando uma criança ultrapassa a imitação e pretende consumar um acto de adulto, como conduzir um automóvel, fumar um cigarro, aceder à literatura para adultos, atear um incêndio ou realizar um funeral, então podemos estar a ultrapassar os limites da pequena violência e chegar àquilo a que se pode chamar um crime.

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15 respostas a Lançamento do livro – Trás-os-Montes

  1. Tiago, venho deixar-lhe os parabéns não só por este livro mas por todo o seu percurso. É um motivo de orgulho para mim, enquanto transmontana.
    Bem haja e muitas felicidades para o seu futuro.

  2. Vera Prescott diz:

    Tiago, por estes dias aguardo ansiosamente a chegada do seu livro à minha caixa de correio. Como me dedico a estudar as representações da (anti) pastoral na nossa literatura, julgo que “Trás-os-Montes” promete. Muitos parabéns desde já.

    • Obrigado pelo interesse. De facto, como vivi em Trás-os-Montes até aos 19 anos, é-me impossível ter uma visão estritamente bucólica daquele lugar. Um abraço

      • Vera Prescott diz:

        Eu sou da Beira Alta (onde vivi até aos 18 anos). Consigo perceber porquê. Um abraço.

  3. Andamos a falar de si.Farrapos de Transmontaneidade.

  4. Paulo Assim diz:

    Comprei. Não gosto da capa – parece de um manual de agricultura, cultivo de oliveiras (nada contra) -, mas agrada-me o conteúdo: infância, pré-adolescência, memórias à tona da pele… Acho… acho, não, tenho a certeza: vou lê-lo num ápice!
    Abraço,
    Paulo

  5. Rui Ramos diz:

    Olá Tiago,

    Faço parte da AJUM (Associação de Jovens Universitários de Torre de Moncorvo) e nos dias 10, 11 e 12 de Agosto vamos organizar uma Mostra Cultural para divulgar da melhor forma que pudermos toda a Cultural pertencente ao concelho desde música, literatura, fotografia, etc com concertos, palestras, workshops, apresentações de livros, etc.

    Vinha por este meio convidá-lo, se tiver disponibilidade, a participar na atividade. Seria do nosso agrado que pudesse apresentar o seu livro Trás-os-Montes à comunidade Moncorvense.

    O convite é dirigido um bocado em cima da hora pois a nossa associação é jovem e só muito recentemente projetámos a atividade.

    Atenciosamente e na certeza de uma resposta breve,
    Rui Ramos

  6. Margareth diz:

    Olá Tiago! Tenho andado a “espreitar” o teu trabalho e embora ainda não tenha lido o teu romance, sinto muito orgulho em ti e quero parabenizar-te. Beijinhos. Margareth

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